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O maior desafio das empresas na transformação digital? A relação humana - universobpm

“Se você não tiver funcionários felizes, não terá clientes felizes”, diz Ranjit de Sousa, da consultoria Lee Hecht Harrison

 

Transformação digital está na agenda de grande parte das empresas. Mas se enganam aquelas que acreditam que esse é o único desafio para os próximos anos. O desenvolvimento das habilidades técnicas tem que estar alinhado com o engajamento dos colaboradores. “As pessoas não gostam de mudanças”, diz Ranjit de Sousa, presidente da consultoria Lee Hecht Harrison (LHH). “Em um mundo onde tudo muda muito rápido, a capacidade humana precisa ser reforçada para eles se sentirem parte da transformação da empresa”.

Em um cenário onde o talento é escasso e as gerações mais novas estão atrás de um propósito profissional, a retenção por parte das empresas se torna uma tarefa difícil. Por isso, a interação entre a empresa e o profissional precisa ser mais direta e dinâmica. “Com os serviços de streaming, podemos escolher o que queremos, quando queremos. As pessoas também esperam isso das organizações que trabalham”, afirma Ranjit.

As empresas podem criar essa interação por meio de aplicativos e plataformas, mas sem deixar fora o lado humano. Ranjit diz que a empatia aplicada nos negócios é fundamental para a empresa se colocar no lugar do cliente e do colaborador. Em um ambiente cada vez mais automatizado, apenas o humano tem essa habilidade. “Ao pensar em transformação digital, as organizações precisam investir nos dois: nas habilidades técnicas e empatia”, diz.

Como fazer isso? Um caminho é investir no colaborador. Parece simples, mas de acordo com o ranking Talento Mundial de 2018 do Instituto IMD, o Brasil está longe de fazer isso. Caimos seis posições e somos o 58º colocado entre 63 países avaliados — atrás de Índia, Rússia e Argentina. Alguns dos fatores avaliados são o investimento em treinamentos e o nível de desenvolvimento profissional. 

Ranjit explica que muitas empresas têm medo de investir no funcionário, e depois, perdê-lo para a concorrência. Geralmente, no entanto, o resultado é o oposto: mais engajamento e diversidade de habilidades. “Faz mais sentido se você ajudar os indivíduos controlarem suas próprias carreiras e a ganharem habilidades nas áreas certas desde o começo”, afirma.

Da mesma forma que a experiência do cliente se tornou uma prioridade na hora de investir em tecnologia, a experiência do colaborador precisa ser levada a sério. “Se você não tiver funcionários felizes, a longo prazo não terá clientes felizes”, diz Ranjit.

 

Fonte: Época Negócios

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