As previsões feitas por grandes líderes da década de 1990 sobre as empresas de 2020 - universobpm

Parece que 1999 foi ontem, mas logo vamos completar 20 anos no novo milênio. Às vezes, fica difícil aceitar que os anos estão passando cada vez mais rápido e mudando de forma mais ágil a cada segundo devido às inovações e aos avanços tecnológicos que impactam o mundo.

em 26/12/2018
  • BPM
  • AUTOR
  • FUNDADOR
  • PROFISSIONAL

 

 

Parece que 1999 foi ontem, mas logo vamos completar 20 anos no novo milênio. Às vezes, fica difícil aceitar que os anos estão passando cada vez mais rápido e mudando de forma mais ágil a cada segundo devido às inovações e aos avanços tecnológicos que impactam o mundo.

Mas é voltando ao passado que temos a chance de enxergar o futuro mais claramente. Em 1997, em uma matéria da revista HSM Management, líderes de grandes empresas da época como Walter Kiechel III, ex-editor da revista Fortune; Richard A. Goldstein, chairman da Unilever nos Estados Unidos; Peter Senge, diretor do Centro de Aprendizado Organizacional da Sloan School, do MIT; Richard F. Teerlink, presidente da Harley-Davidson, entre outros executivos, debateram os cenários e as mudanças organizacionais que afetariam as empresas em 2020.

Já praticamente encerrando este ano 2018, podemos dizer que 2020 está batendo a nossa porta. Será que há 20 anos esses líderes conseguiram fazer previsões que estão sendo colocadas em prática hoje em dia? O que se concretizou desde então? Quais mudanças impactaram o mercado? É isso que vamos analisar agora!

 

Tecnologia

 “Toda mudança dentro das empresas será consequência das transformações tecnológicas e do avanço da internet. ”

Em 1997, a internet banda larga ainda dava seus primeiros passos, não existia smartphone, nem redes sociais e os computadores ainda eram de tubo. Mesmo assim, essa afirmação de Jim Manzi, ex-presidente da Lotus Development Corporation, foi certeira naquilo que vivemos atualmente em muitas empresas.

A tecnologia se tornou parte essencial de nosso dia a dia e mudou o mercado, o comportamento do consumidor, o marketing, além de ter promovido outros momentos de disrupção que marcaram o novo milênio.

No mesmo artigo, outro executivo mostrou certo receio de que os avanços tecnológicos chegassem a afastar as empresas de seus clientes, mas hoje, graças à internet, às redes sociais e à tecnologia, as organizações têm o poder de construir um relacionamento muito mais sólido e próximo de seu público. Tal cenário mudou completamente o mercado nos últimos anos.

 

Transformação organizacional

 “Aos poucos fomos adquirindo conhecimentos e estruturas que já não funcionam mais. Como fazer para desaprender práticas passadas? ”

Nessas previsões, a maioria dos líderes concordou que as organizações ágeis, com maior capacidade de adaptação às mudanças, seriam as mais bem-sucedidas nos próximos anos. De fato, um dos fatores que ajudaram muito nesse processo foi a transformação da estrutura organizacional dessas empresas.

Poder descentralizado, maior capacidade de dialogar com sua equipe, organização em rede e não hierárquica, aprender a assumir os erros, valores associados à missão e à liderança das empresas, todos esses pontos que hoje fazem parte da cultura de muitas startups foram citados como o novo modelo de organização do futuro.

 

Nova potência econômica mundial

Por muitos anos, os Estados Unidos foram sinônimo de potência econômica mundial. Atualmente, o país tem perdido espaço para a China; Kiechel já havia feito essa previsão em 1997. Como isso pode mudar no mercado e nas organizações? Mike Harris acrescentou um ponto de vista interessante para se levar em consideração.

“O conceito de organização é influenciado pela potência econômica dominante da época. Já fomos todos influenciados pelos norte-americanos, se a China realmente for a maior potência em 2020, a maneira como os chineses conduzem os negócios pode influenciar o futuro. ”

Então é bom começar a ficar de olho na China!

Mas de todas as previsões, talvez a que mais chame a atenção é que o futuro é mais sobre as pessoas do que sobre a tecnologia em si. No final do artigo, Teerlink afirmou:

“As pessoas são a nossa única vantagem competitiva de longo prazo. Infelizmente, nós, que somos a liderança, às vezes representamos as maiores barreiras diante do que elas têm a oferecer. Nosso grande desafio é sairmos do caminho delas!”

E talvez esse venha a ser o maior desafio das organizações nos próximos anos!

 

Fonte: HSM Management - Blog




 

  • Compartilhe esse post
  • Compartilhar no Facebook
  • Compartilhar no LinkedIn
  • Compartilhar no Whatsapp

MAIS DA CATEGORIA Notícias

Notícias

Executivo que já atuou em 20 países e é cofundador da representação da instituição Capitalismo ...

Notícias

Veja como foi as operações do programa durante o ano de 2018.

Notícias

Durante um ano, a companhia usará o Mabu, robô criado pela Catalia Health, para interagir com pacientes e armazenar dados sobre tratamentos.


{TITLE}

{CONTENT}

{TITLE}

{CONTENT}
Precisa de ajuda? Entre em contato!
0%
Aguarde, enviando solicitação!

Aguarde, enviando solicitação!